Ciência da Computação

UniEVANGÉLICA
Em Anapolis

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  • Graduação
  • Anapolis
  • Duração:
    4 Anos
Descrição

O propósito de criação do Bacharelado em Ciência da Computação (BCC) surgiu após a verificação de importantes indicadores sociais: Necessidade de ter-se uma preparação na região de recursos humanos para o desenvolvimento científico e tecnológico em computação. Demanda científica em computação para apoiar outras áreas do conhecimento. Demanda levantada pela classe empresarial (p

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Anapolis
Av. Universitária Km. 3,5 - Cidade Universitária, 75083-515, Goiás, Brasil
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Programa

Sobre o Curso

O propósito de criação do Bacharelado em Ciência da Computação (BCC) surgiu após a verificação de importantes indicadores sociais:

* Necessidade de ter-se uma preparação na região de recursos humanos para o desenvolvimento científico e tecnológico em computação;
* Demanda científica em computação para apoiar outras áreas do conhecimento;
* Demanda levantada pela classe empresarial (principalmente industrial);
* Preferência do público estudantil do ensino médio.

Em consonância com sua missão e vocação, a UniEVANGÉLICA amplia a sua oferta de ensino, destacando-se na área tecnológica com o Bacharelado em Ciência da Computação. Esse curso ocupa um papel fundamental na qualificação do acadêmico para programas de pós-graduação lato e stricto sensu e para o setor produtivo da região. O BCC vem ainda contribuir na transformação da UniEVANGÉLICA em um centro de excelência em Tecnologia da Informação nos próximos anos.



Concepção do Curso

O Curso de Ciência da Computação da UniEVANGÉLICA contempla as diretrizes de formação de recursos humanos em Computação, declarados pelo MEC/SESu, que especifica características próprias de formação para atender as necessidades da sociedade brasileira. Os cursos de Ciência da Computação, segundo as diretrizes curriculares do MEC, têm como objetivo a formação de recursos humanos para o desenvolvimento científico e tecnológico da Computação. Os egressos desses cursos devem estar situados no estado da arte da Ciência e da Tecnologia da Computação, de tal forma que possam continuar suas atividades na pesquisa, promovendo o desenvolvimento científico, ou aplicando os conhecimentos científicos, promovendo o desenvolvimento tecnológico. Para a UniEVANGÉLICA, o seu Curso de Ciência da Computação tem ainda a preocupação de formar pessoas para o desenvolvimento sustentável do país, e especificamente do Centro-Oeste, por meio de conduta ética e do respeito à vida.

A cidade de Anápolis, assim como outras cidades de médio porte, está passando por um momento singular de desenvolvimento em que inovações científicas e tecnológicas se tornam cada vez mais comuns no cotidiano da cadeia produtiva da cidade. Há uma latente necessidade por recursos humanos habilitados a atuarem como agentes inovadores na cadeia produtiva da sociedade. No que se refere aos ramos produtivos que necessitam de profissionais engajados com o estado da arte da ciência e das tecnologias da computação, o Bacharelado em Ciência da Computação vem atender a esta necessidade.

Outras áreas do conhecimento também têm gerado forte demanda por recursos humanos habilitados a contribuírem na utilização e criação de métodos computacionais para apoiarem suas pesquisas. Esta demanda é gerada principalmente em diversas áreas do conhecimento do próprio Centro Universitário de Anápolis e de outras instituições de ensino da região.

Anápolis possui um setor atacadista bastante desenvolvido e um forte pólo de indústrias farmoquímicas de pequeno, médio e grande portes. Em recente pesquisa de mercado encomendada pelo Centro Universitário de Anápolis, o empresariado destes setores apontaram a necessidade de recursos humanos qualificados para atenderem às exigências de tais mercados tão competitivos. Esta mesma pesquisa de mercado reflete uma forte preferência de estudantes de ensino médio em cursar o Bacharelado em Ciência da Computação. É notório que os cursos de computação, em especial o BCC, estão em posição de destaque no meio dos jovens brasileiros que almejam uma futura inserção no tão citado "mundo globalizado", com rápidos surgimentos de novidades científicas e tecnológicas.




Perfil do Egresso

Os egressos devem deter o conhecimento do estado da arte da ciência da computação, de maneira que possam continuar suas atividades de pesquisa, promovendo o desenvolvimento e a aplicação científica no meio social onde estão inseridos. Os egressos também devem conhecer o estado da arte das tecnologias afim de aplicá-las de maneira otimizada no setor produtivo da sociedade onde estão inseridos. Para tanto, as principais características no perfil dos egressos do curso ora apresentado serão:


* Motivação e formalismo para o desenvolvimento de pesquisas em computação;
* Capacidade de relacionar os conhecimentos teóricos e científicos a problemas reais práticos;
* Capacidade de propor soluções para problemas do mundo real valendo-se da abstração, modelagem e aplicação de tecnologias;
* Capacidade de síntese e projeto;
* Capacidade de avaliação e julgamento, e;
* Comprometimento social.

Com ênfase em Processamento Digital de Imagens e Computação Móvel, o egresso estará apto a desenvolver soluções para tratamento digital de imagens, envolvendo métodos de filtragem, classificação, realce, entre outros. O egresso também estará apto a utilizar e desenvolver soluções em Computação Distribuída voltadas para Computação Móvel incluindo serviços e protocolos aplicadas a tecnologia celular e PDAs (Personal Digital Assistant).




Estágio Curricular

O Estágio Curricular (EC) é uma atividade fundamental na formação do Bacharel em Ciência da Computação. Ele proporciona experiências da convivência de um ambiente profissional, contribuindo para um adequado exercício da profissão do futuro egresso. O EC em cursos da área tecnológica reveste-se de muita importância, uma vez que o aluno terá a oportunidade de estar em contato com tecnologias atuais que estão sendo utilizadas nos diversos ramos de atividades em que Tecnologias de Informação estão inseridas. São objetivos do EC:

a. Colocar o aluno em contato com a prática profissional que o egresso do Bacharelado em Ciência da Computação (BCC) encontrará no mercado;

b. Aprimorar a maturidade profissional do aluno;

c. Munir o aluno de um espírito crítico e argumentativo em tomadas de decisões diante de situações reais;

d. Estimular o trabalho em equipe.

Para que o EC atinja seus objetivos é imprescindível que os campos de estágios promovam o exercício de temas fortemente relacionados aos conteúdos do BCC e que haja um acompanhamento aos alunos (estagiários) por parte de professores-orientadores. Tais professores são importantes em todas as etapas do estágio como mediadores e supervisores de práticas das teorias do curso. Os orientadores devem dar suporte aos alunos por meio de interferências corretivas e direcionadoras afim de que o EC produza o efeito desejado - seja ele, o exercício da prática profissional pautado nas ciências balizadoras de tais atividades.

Conforme consta no capítulo VI do Regimento Geral da UniEVANGÉLICA, cada aluno deverá cumprir integralmente a carga horária total do estágio (aqui denominado Estágio Profissional I e II) previsto na matriz do curso. As vagas de estágios serão viabilizadas por meio de convênios com instituições especializadas em prestações de serviços desta natureza e por meio da Fábrica de Tecnologias Turing da UniEVANGÉLICA (verificar Anexos). A UniEVANGÉLICA já é conveniada com o IEL (Instituto Euvaldo Lodi) e o CIEE (Centro de Integração Empresa Escola) em Anápolis. Estas instituições coordenam as vagas de estágios em empresas locais e regionais nos mais diversos segmentos que utilizam as Tecnologias da Informação como áreas meio e fim na produção de seus produtos e serviços.

As atividades de estágio a serem desenvolvidas pelo aluno não caracterizam emprego, uma vez que não gera vínculo empregatício. O Estágio Curricular é integralizado no último semestre na disciplina Estágio Profissional com 360 horas.




Atividades Complementares

O mundo contemporâneo tem sido muito exigente em relação à formação dos profissionais. O novo modelo produtivo, calcado na flexibilização da produção e na multifuncionalidade, tem a expectativa de que as instituições formadoras atendam suas exigências na capacitação profissional. De uma forma geral, apesar da grande concorrência no mercado educacional, as instituições buscam formar profissionais que atendam essas expectativas, mas ao mesmo tempo não se pode ficar apenas nessas exigências. Há outras dimensões da vida humana que necessitam ser contempladas na educação formal, em especial no ambiente universitário, espaço de produção de conhecimento, de divulgação cultural, de reflexão crítica do existente, de propostas teóricas e concretas para um mundo melhor.

É preciso garantir, então, que os currículos escolares, em especial os de nível superior, incluam dimensões da cultura humana que, mesmo valorizando o cognitivo, o desenvolvimento racional e lógico das disciplinas escolares, dêem espaço para outros aspectos da formação, como as artes, o trabalho de extensão, a iniciação científica, etc. Inclui ainda as diferentes linguagens da cultura humana, como a arte em suas variadas manifestações estéticas, literárias, etc. Abrange a produção científica, as idéias, as concepções, as imagens e a tecnologia.

As atividades complementares são atividades de caráter científico, cultural e acadêmico, e, como promotoras da diversificação de espaços educativos, estão previstas nos currículos dos cursos objetivando o desenvolvimento de estudos do interesse dos acadêmicos. Visam a integralização da matriz curricular com atividades que complementem o currículo de curso, enriquecendo-o com práticas independentes, com estudos que incluem uma imensa variedade de opções, como: monitorias, estágios, programas de iniciação científica, programas de extensão, cursos realizados em outras áreas, projetos de pesquisa, participação em seminários, eventos artístico-culturais, congressos, simpósios, jornadas, etc. São supervisionados por um professor responsável, podendo variar de acordo com a natureza de cada curso entre atividades teóricas ou práticas, de forma a alargar o currículo com experimentos e vivências acadêmicos, internos ou externos ao curso, com critérios estabelecidos para sua avaliação e aproveitamento.

Dessa forma, entende-se que as atividades complementares podem ser amplas, diversificadas e para contribuir nessa perspectiva, elas se constituem em três modalidades e, nessas, de tipos variados como: a) atividades estético-culturais; b) atividades científico-acadêmicas; c) atividades de pesquisa, extensão e estágios.

As Estético-culturais incluem vivências estéticas em artes plásticas, música, literatura, teatro, cinema (com debate), exposições artísticas, dança. A validação se fará com apresentação de certificados, relatórios ou controle de presença ou freqüência feito pela IES.

As Científico-acadêmicas seriam contempladas com participação em conferências, palestras, minicursos, e outros. Devem acontecer em todos os anos do curso, sem limite de horas. Comprovar com certificado ou controle de freqüência pela IES

Extensão, bolsa de iniciação científica (PBIC, Pró-InCiV), estágios remunerados: Devem ter limites em cada uma dos tipos de AC, como bolsas de IC, participação em projetos de extensão, estágios remunerados, etc. Devem ser comprovadas com declaração do coordenador dos programas ou do estágio. A limitação na contagem anual é necessária de forma a garantir maior diversificação das atividades.

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