Psicologia

PUC - Pontifícia Universidade Católica Minas
Em Coração Eucaristíco

Preço a consultar
Ou prefere ligar para o centro agora?
(55) ... Ver mais
Compare este curso com outros semelhantes
Ver mais

Informação importante

  • Doutorado
  • Coração eucaristíco
Descrição


Dirigido a: O Mestrado e o Doutorado em Psicologia da PUC Minas destina-se a profissionais, pesquisadores e professores em psicologia ou áreas afins, no campo das ciências humanas, sociais e da saúde, cujos projetos se enquadrem nas temáticas contidas nas linhas de pesquisa do Programa.

Informação importante
Instalações

Instalações e datas

Início Localização
Consultar
Coração Eucaristíco
Av: Dom José Gaspar, 500 Coração Eucaristíco - Belo Horizonte - Mg - Cep 30535-901, 30535-901, Paraíba, Brasil
Ver mapa

Programa

O Programa de Pós-graduação em Psicologia da PUC-Minas deu início às suas atividades com o seu curso de Mestrado, aprovado pelo Conselho de Ensino e Pesquisa da Universidade, e credenciado pela CAPES em dezembro de 2004. Sua área de concentração, Processos de Subjetivação, tem duas linhas de pesquisas: Processos Psicossociais e Intervenções Clínicas e Sociais.

Em sua primeira avaliação trienal, em 2006, obteve nota 4. Esta nota viabilizou a criação do curso de Doutorado, aprovado em 2008 pelo Conselho de Ensino e Pesquisa da Universidade, e credenciado pela Capes em agosto de 2009. O Doutorado mantém a mesma área de concentração e as mesmas linhas de pesquisas. O objetivo primordial do Programa, de nível acadêmico, é formar pesquisadores e docentes, qualificar profissionais já integrados no campo de trabalho e contribuir para o desenvolvimento da pesquisa em Psicologia.

Público alvo:
O Mestrado e o Doutorado em Psicologia da PUC Minas destina-se a profissionais, pesquisadores e professores em psicologia ou áreas afins, no campo das ciências humanas, sociais e da saúde, cujos projetos se enquadrem nas temáticas contidas nas linhas de pesquisa do Programa.


PROCESSOS DE SUBJETIVAÇÃO
Os "fenômenos psicológicos"1 podem ser considerados, ao mesmo tempo, processos e produtos.
Buscamos focalizar os fenômenos psicológicos em processo, o que implica em não tomá-los como
uma essência imutável ou apenas em momentos de interrupção de seu devir. Escolhemos, por isso,
esta noção de "processos de subjetivação", por melhor caracterizar os focos da nossa investigação e,
conseqüentemente, o percurso acadêmico-profissional dos professores que compõem o corpo
docente do Programa.

Vivemos, atualmente, em meio a uma multiplicidade de modos de vida e de sociabilidade, de
formas de experienciar o tempo e o espaço em uma época que ainda não elaborou, suficientemente,
nos planos da teoria, da prática e até mesmo da ação política, a amplitude e a potencialidade destas
transformações, o que tem sido nomeado como crise da modernidade. Outro aspecto desta crise é a
velocidade e a intensidade das transformações políticas, econômicas, culturais, tecnológicas,
midiáticas, que repercutem, diretamente, na vida cotidiana. Nesse contexto, considerando-se a
multideterminação da realidade histórico-social, afirmamos também a importância de uma
abordagem transdisciplinar dessas questões, o que demanda conexões entre diversos campos de
saber.

A preocupação com os processos de subjetivação, vividos na atualidade, não nos leva a prescindir
de um diálogo, necessário e renovado, com tradições da História da Psicologia, porque nelas
encontramos referências para construções teórico metodológicas que permitem investigar a relação
entre a crise do nosso tempo e os processos de subjetivação. Duas dessas tradições merecem ser
salientadas: uma no campo da Psicologia Clínica, representada por Sigmund Freud e pósfreudianos;
outra no campo da Psicologia Social, representada por um conjunto de autores e
pesquisadores que partiram da proposta de Pesquisa-Ação preconizada por Kurt Lewin. Nas duas
vertentes encontramos a demonstração de um pressuposto básico: a indissociabilidade entre
pesquisa e intervenção. Em Freud, investigar o inconsciente envolve transformações e, na corrente
lewiniana, pesquisar é intervir.

Outro princípio que adotamos é o de romper com a segmentação tradicionalmente praticada no
campo da psicologia entre as suas dimensões clínica e social.
Entendemos a presença de conexões necessárias entre os processos de subjetivação vivenciados
individual e coletivamente. Por isso, buscamos construir instrumentos de pesquisa e intervenção que
articulem as contribuições oriundas dos campos da psicologia clínica e da psicologia social, e que
possibilitem considerar a singularidade dos processos de subjetivação.



Linhas de Pesquisa

Intervenções clínicas e sociais

Investigar os dispositivos de intervenção desenvolvidos em práticas sociais e/ou práticas clínicas, visando a abordar os processos de subjetivação em sua mutabilidade e diversidade.

Processos Psicossociais

Investigar as diferentes elaborações teórico-metodológicas que possibilitam a discussão tanto de conceitos quanto de fenômenos psicossociais, visando a abordar os processos de subjetivação e suas questões emergentes.




Compare este curso com outros semelhantes
Ver mais