ENGENHARIA - HABILITAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

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  • Graduação
  • São paulo
  • Duração:
    6 Anos
Descrição

O curso de Engenharia Civil forma o profissional para o exercício de atividades de interesse social, em empreendimentos como edificações, estradas e aeroportos, abastecimento de água e saneamento, portos, rios, barragens e diques, canais, pontes, grandes estruturas e irrigação. Basicamente, suas atribuições são o estudo, planejamento e projeto; supervisão, coordenação, direção e orientação técnica

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São Paulo
R. Taquari, 546 - Mooca, 03166-000, São Paulo, Brasil
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Programa

O curso de Engenharia Civil forma o profissional para o exercício de atividades de interesse social, em empreendimentos como edificações, estradas e aeroportos, abastecimento de água e saneamento, portos, rios, barragens e diques, canais, pontes, grandes estruturas e irrigação. Basicamente, suas atribuições são o estudo, planejamento e projeto; supervisão, coordenação, direção e orientação técnicas; execução de obras e serviços técnicos; fiscalização, vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer; pesquisas; análise e ensaio.


PROFISSÃO & MERCADO

Profissão Regulamentada
No Brasil, a profissão de engenheiro civil é regulamentada desde o ano de 1933. Atualmente, é regida pela Lei 5.194, de 24/6/1966. O uso do título de engenheiro civil é privativo dos profissionais assim caracterizados na Lei.
Os engenheiros habilitados nos termos da Lei 5.194 somente podem exercer a profissão após registrar-se no CREA - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de sua jurisdição. O registro profissional, será concedido ao interessado que comprovar sua graduação por curso brasileiro reconhecido pelo MEC; cursos feitos fora do país exigem convalidação. O CREA expede uma carteira profissional com validade nacional, contendo o número do registro e a natureza do título.
As escolas de engenharia são obrigadas a informar ao CREA, periodicamente, o currículo dos cursos, a fim de que este determine as atribuições profissionais. O currículo do curso de engenharia civil da USJT assegura ao formado atribuições plenas, sem qualquer restrição.
O mercado de trabalho para o biólogo já é razoavelmente grande, mas tende a aumentar. Podem atuar em cerca de 50 áreas diferentes, muitas delas promissoras, já que os grandes problemas vinculados ao desenvolvimento da nação e da humanidade estão relacionados (associados) à atuação do biólogo. Cabe ao biólogo a busca constante das soluções de importantes questões requeridas pelo desenvolvimento da sociedade brasileira, já que o desenvolvimento econômico do país depende do crescimento da atuação do biólogo na solução destes problemas (aquecimento global, uso de biotecnologia, biocombustíveis, desequilíbrios ecológicos, recuperação de áreas degradadas, etc.). A necessidade crescente de novos produtos e serviços vai exigir a atuação cada vez maior do biólogo. "Sua intervenção em questões na defesa da comunidade e do meio ambiente para assegurar a manutenção da biodiversidade e um desenvolvimento sustentável constitui um exercício constante de cidadania".
Mercado de Trabalho do Engenheiro Civil
Após uma década de retração, o Brasil está retomando o caminho do desenvolvimento, verificando-se crescimento econômico. No início dos anos 80, era a 8ª economia do mundo; em 2004, era a 15ª e em 2005, passou para o 11ª lugar. Em 2006, a economia brasileira mostrou bom desempenho, destacando-se a baixa inflação, o superavit da balança comercial e a redução da dívida externa.
O ano de 2006 foi bom para a Engenharia Civil, notadamente no setor da construção civil, que cresceu à taxa de 5,5 % (ou 4,6 %, segundo outra metodologia). A oferta de crédito cresceu, sendo destinados R$ 9,5 bilhões ao setor da habitação, permitindo o financiamento de 120 mil unidades. O emprego formal do setor expandiu-se 9,5 % em relação ao ano anterior (Fonte: Informativo Construcarta, dezembro de 2006).
O ano de 2007, como foi previsto, continua muito favorável para a Engenharia Civil. A Fundação Getúlio Vargas estima que a construção civil possa crescer à taxa de 9,3 % no ano. Os números são expressivos: no primeiro semestre, o consumo de cimento aumentou 15,1 % e o emprego cresceu 7 % em relação ao mesmo período do ano anterior. O crédito imobiliário continua abundante, tendo sido financiadas, até agosto, 117 mil unidades (média de 17 mil por mês).
É certo que a Engenharia Civil atuará num cenário favorável nos próximos anos. Do lado da infra-estrutura, tem-se a destacar a proposta da ABDIB - Associação Brasileira da Infra-estrutura e da Indústria de Base, apresentada ao Governo Federal no início do ano, para melhoria de 15 600 km de rodovias federais, no prazo de 30 meses, por meio de concessões e parcerias. O setor de turismo, cujo peso no PIB (Produto Interno Bruto) é da ordem de 2,2 %, está em expansão e demanda grandes investimentos em infra-estrutura aérea, portuária, rodoviária e saneamento, com geração de empregos técnicos para implantação, operação e manutenção.
Em muitas cidades, começa a faltar mão-de-obra na construção civil. O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil em São Paulo estima que, em curto prazo, o Estado de São Paulo precisará de mais 20 mil engenheiros (o país, mais 55 mil). O SINDUSCON-SP (Sindicato da Indústria da Construção) projeta aumento de 7,9 % na participação da construção civil no PIB, indicando expansão do nível de emprego formal. A escassez de pessoal especializado já tem provocado aumento salarial diferenciado nas construtoras e empreiteiras; no último semestre, cargos de gerência e de direção tiveram aumentos de até 50 % (Fonte: jornal "O Estado de S. Paulo", p. B10, de 16/9/2007).
O Brasil tem poucos engenheiros, quando comparado a países desenvolvidos ou em desenvolvimento. O país tem 550 mil engenheiros - isto é, seis para cada mil pessoas economicamente ativas - e forma 20 mil por ano. Os Estados Unidos e o Japão têm 25 engenheiros para cada mil trabalhadores; a França, 15. A Coréia do Sul forma 80 mil engenheiros por ano; a Índia, 200 mil; a China, 300 mil. No Brasil, os formados anualmente em engenharia são 13 % do total; na Coréia do Sul, 28 %.
Os principais problemas do país e da América Latina, como desigualdade social, estagnação econômica, poluição ambiental, carência habitacional e saneamento precário, somente podem ser enfrentados pela engenharia, com forte participação da Engenharia Civil.



Informação adicional

Forma de pagamento : Mensalidade: R$ 1.104,00

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