A Comunicação Escrita Oficial

IDEMP - Instituto de Desenvolvimento Empresarial
Em Rio De Janeiro e Brasilia

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Descrição

A formalidade e a padronização constituem requisitos indispensáveis à uniformização dos atos oficiais, facilitando a comunicação administrativa, ao estabelecerem parâmetros de formatação, critérios de hierarquia e definição de canais adequados à expressão de fatos circunstanciados em que se baseiam..
Dirigido a: Servidores de diferentes áreas e níveis que utilizam a comunicação escrita no contexto da Administração Pública.

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Brasilia
Centro Empresarial Brasília Srtvs - Qd. 701 - Conjunto D - Bloco B - Sala 802 Asa Sul, 70340-907, Distrito Federal, Brasil
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Rio De Janeiro
Av. Nilo Peçanha, 50 | Grupo 1901 | Centro, 20020-906, Rio de Janeiro, Brasil
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Programa

Apresentador

Vania Rizzo

Carga horária

24 horas

Área de Interesse

Comunicação Empresarial

Apresentação

A formalidade e a padronização constituem requisitos indispensáveis à uniformização dos atos oficiais, facilitando a comunicação administrativa, ao estabelecerem parâmetros de formatação, critérios de hierarquia e definição de canais adequados à expressão de fatos circunstanciados em que se baseiam os agentes públicos no desempenho de suas funções.

A Comunicação Oficial, no entanto, não se restringe a esses conceitos. Como o texto no contexto público é destinado a registrar, informar, acompanhar, controlar e dinamizar as funções administrativas, cabe ao redator programar-se para um exercício consciente e apropriado, em que formatos e padrões constituem, apenas, um dos lados da questão. Diante dos desafios apresentados na atualidade, cumpre desenvolver, paralelamente, uma visão crítica, capaz de expor idéias, propor soluções e atingir resultados.

A discussão em torno desses temas permite não só identificar a importância da comunicação escrita no âmbito da Administração Pública, mas também definir o perfil profissional adequado às atuais competências. Como redigir pressupõe domínio de conhecimentos e habilidades que ultrapassam o critério gramatical de correção, o fato de transcrever conceitos, percepções e análises exige um posicionamento diante do mundo e de inúmeras peculiaridades - o texto formaliza e concretiza essa visão. Consequentemente, implica correr riscos, aceitar desafios e preparar-se para a ação.

Esse é o foco do curso oferecido pelo IDEMP à clientela do Serviço Público.

Objetivos

  • Desenvolver habilidades e estratégias indispensáveis à prática da comunicação escrita organizacional.
  • Aprimorar a elaboração de textos oficiais, com base nos critérios definidos pelo Manual de Redação da Presidência da República (2ª edição).
  • Avaliar e adequar conhecimentos linguísticos (gramaticais e textuais) que condicionam a elaboração de documentos no âmbito da gestão pública.
  • Identificar vícios de linguagem, distorções e fragilidades no texto institucional.



Conteúdo Programático

I - A COMUNICAÇÃO VERBAL E A COMPETÊNCIA

  • A Cadeia Comunicativa: pensar, falar, ouvir, ler e escrever.
  • A Linguagem e o Desempenho Profissional: conhecimentos, habilidades e atitudes.



II - A ELABORAÇÃO E A INTELECÇÃO DE TEXTOS

  • A Organização e a Distribuição das Idéias: composição e expressão.
  • O Texto: unidade semântica e sintática.
  • A Estrutura Frasal e o Parágrafo: coesão e coerência.
  • O Estilo na Relação Texto e Contexto: clareza e precisão; adequação e correção; formalidade e informalidade.
  • Os Ruídos e as Distorções: preciosismo, ambiguidade, tautologia, cacofonia, estereotipia e modismo.



III - A REDAÇÃO OFICIAL

  • O Contexto Oficial: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.
  • As Comunicações Oficiais: ata, correio eletrônico, despacho, memorando, ofício e relatório.
  • Critérios Formais: pronomes de tratamento, fechos de comunicação e identificação do signatário.
  • O Padrão Oficial: critérios de formatação e de referência a datas, números, valores e atos normativos.



IV - A GRAMÁTICA NO TEXTO OFICIAL

  • A Reforma Ortográfica:
    • inclusão de letras no alfabeto;
    • eliminação do trema;
    • mudanças na acentuação; e
    • novas regras para o emprego do hífen.
  • A Concordância Nominal e Verbal:

    • palavras com valor adjetivo e valor adverbial;
    • verbos pessoais e sujeito simples, composto, coletivo e partitivo;
    • verbos impessoais haver, fazer e ser; e
    • passiva sintética e indeterminação do sujeito.
  • A Crase em Função da Regência:

    • do fato às regras práticas;
    • uso indevido do acento grave;
    • o acento grave e as locuções femininas; e
    • uso facultativo ou emprego definido pelo contexto.
  • A Pontuação no Texto Contemporâneo:

    • critérios sintáticos e melódicos;
    • o ponto na oração, no período, no texto e nas abreviaturas;
    • a vírgula na separação e no deslocamento de termos;
    • os dois-pontos na enumeração e na citação;
    • o ponto e vírgula na separação de elementos coordenados;
    • os parênteses na explicação e na intercalação;
    • o travessão como recurso gráfico na junção, intercalação e desdobramento de termos e expressões; e
    • as aspas na citação e no destaque.



Metodologia

Exposição dialogada e utilização de recursos audiovisuais, com ênfase na análise, na elaboração e na reescrita de documentos durante a Oficina de Redação Oficial.

Vania Rizzo

Graduada e Pós-Graduada em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Vania Rizzo atua em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a Universidade Cândido Mendes (UCAM).

Coordena e desenvolve projetos e programas com aplicação gerencial, administrativa e técnica, em entidades como Ministério da Saúde, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA), Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro (SME, SMA, SMF, CGM), Secretaria de Estado da Fazenda (RJ e ES), Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Arquivo Nacional, Caixa Seguros, POUPEX, Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), Celulose Nipo-Brasileira S.A. (CENIBRA), Light Serviços de Eletricidade S. A., Chesf, Centrais Elétricas Brasileiras S/A (Eletrobrás), Sotreq S. A., Petróleo Brasileiro S.A. (PETROBRAS) e Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (SONANGOL).

Sua experiência, com diferentes níveis de clientela, permite abordar a questão da competência linguística, de forma dinâmica e acessível, explorando o potencial criativo dos participantes, levando-os a romper bloqueios e mitos em relação à linguagem e suas diferentes formas de expressão. A prática da revisão permite-lhe, ainda, a abordagem normativa, exigência de padronização própria do texto a ser divulgado e publicado, permitindo que os programas da consultora correspondam a expectativas não só de um público que redige, mas também de profissionais da área de editoração.

É professora do IDEMP

- Instituto de Desenvolvimento Empresarial.


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